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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), participa do Dia D de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue, a chikungunya e o zika vírus. Foto: Gilberto Marques/A2img (19/11/2016)
Quarenta e quatro dos 51 casos de zika e chikungunya autóctones (contraídos dentro da cidade) registrados entre janeiro e novembro deste ano na capital paulista foram contraídos por moradores de distritos localizados fora do centro expandido de São Paulo. É o que aponta levantamento feito pelo Fiquem Sabendo com base em dados da Secretaria Municipal da Saúde obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação.
De acordo com as informações disponibilizadas pela gestão do prefeito Fernando Haddad (PT), entre 1º de janeiro e 28 de novembro, a cidade contabilizou 42 casos autóctones de chikungunya. Desse total, 35 foram contraídos por pacientes que vivem em bairros da periferia paulistana. O distrito do Sacomã, na zona sul, lidera os registros, com oito casos; em seguida, aparecem Vila Maria e Tremembé, distritos da zona norte próximos um do outro, com três notificações cada um.
Quanto ao vírus da zika, todos os nove casos notificados foram contraídos por moradores da periferia _oito deles de pacientes que vivem na zona leste, a mais populosa da cidade.
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