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Parlamentares de oposição entregam ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, um abaixo-assinado contra Proposta de Emenda à Constituição do teto dos gastos. Foto Luis Macedo/Câmara dos Deputados (25/10/2016)
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) desembolsou R$ 445,1 milhões entre janeiro e outubro deste ano com o auxílio-reclusão destinado a beneficiados de presos de todo o país. Esse número representa um aumento de 408% dos gastos com esse benefício em dez anos.
É o que aponta levantamento inédito feito pelo Fiquem Sabendo com base em dados do INSS obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. (Verifique, no quadro abaixo, como se deu a evolução dessa despesa ao longo dos últimos anos.)
Previsto pelo inciso IV do art. 201 da Constituição Federal, o auxílio-reclusão não é pago a todos os presos do país. Só familiares de presos que tenham contribuído para a Previdência (seja com carteira assinada ou como autônomo) têm direito de recebê-lo.
Nem todo cidadão que recolhe seus impostos paga indiretamente o auxílio-reclusão. Quem paga o benefício, de fato, é o contribuinte do INSS.
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