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10 clássicos brasileiros mais procurados nas bibliotecas de SP

10 clássicos brasileiros mais procurados nas bibliotecas de SP

Biblioteca de São Paulo, localizada no Parque da Juventude, no Carandiru, zona norte de São Paulo. Foto: Diogo Moreira/A2 FOTOGRAFIA (29/10/2015)

Com 161 empréstimos contabilizados entre janeiro e fevereiro de 2016 (três por dia, em média), o romance “Capitães de Areia”, do baiano Jorge Amado, encabeça o ranking de clássicos da literatura brasileira mais procurados nas bibliotecas municipais em São Paulo.

A obra “Til”, do cearense José de Alencar, aparece na segunda colocação, com 107 empréstimos registrados no período.

A terceira e a quarta colocação ficaram com dois clássicos oriundos do folhetim carioca do século 19: “Memórias de um Sargento de Milícias (87 empréstimos) e “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis (69).

“Sentimento de Mundo”, do mineiro Carlos Drummond de Andrade, fecha a lista dos cinco primeiros títulos mais procurados pelos frequentadores da rede de bibliotecas municipal no período, com 57 empréstimos.

O ranking faz parte de levantamento feito pelo Fiquem Sabendo com base em dados da Secretaria Municipal de Cultura obtidos por meio da Lei Federal nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação).

A reportagem elaborou a lista dos dez clássicos brasileiros mais procurados ao longo dos 60 primeiros dias deste ano. (Veja o detalhamento dessas informações no infográfico abaixo.)

10 clássicos brasileiros mais procurados nas bibliotecas de SP

Clarice e Raquel de Queiroz são as únicas não exigidas em vestibular

Sede dos dez livros de autores brasileiros mais procurados pelos paulistanos nas bibliotecas municipais em 2016 são indicados para o candidato inscrito no vestibular da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), responsável pelo processo seletivo da USP (Universidade de São Paulo).

Das três obras não indicadas pela Fuvest de 2015 para cá, duas são de Clarice Lispector e a outra, de Raquel de Queiroz.

Por que isso é importante?

O direito à educação é um dos direitos sociais previstos no art. 6º da Constituição Federal de 1988.

Segundo o art. 205, também da Constituição Federal, a educação “é um direito de todos e dever do Estado e da família” e “será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

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